Israel anuncia destruição de bunker militar subterrâneo de Ali Khamenei em Teerã

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Israel anuncia destruição de bunker militar subterrâneo de Ali Khamenei em Teerã

Operação com 50 caças atingiu complexo de alta segurança utilizado pela cúpula do regime iraniano; IDF confirma colapso da estrutura

As Forças de Defesa de Israel (IDF) anunciaram, nesta sexta-feira (6 de março de 2026), a destruição total de um dos mais importantes bunkers militares subterrâneos do Irã, localizado em Teerã. Segundo o comunicado oficial, o local servia como centro de comando estratégico e residência fortificada do falecido Líder Supremo, Ali Khamenei, e continuava sendo utilizado por autoridades de alto escalão do regime e da Guarda Revolucionária (IRGC) após os ataques da última semana.

Detalhes da Ofensiva Aérea

A operação foi descrita como um dos ataques cirúrgicos mais complexos da história da Força Aérea de Israel (IAF):

  • Poder de Fogo: Cinquenta caças, incluindo modelos furtivos F-35 "Adir", participaram da incursão, lançando dezenas de toneladas de munições perfurantes de solo (bunker busters).
  • O Alvo: Um complexo situado a dezenas de metros de profundidade, projetado para resistir a ataques nucleares e equipado com sistemas de comunicação redundantes e suporte de vida independente.
  • Objetivo Estratégico: Neutralizar a capacidade de comando e controle remanescente do Irã, impedindo que a liderança interina coordene retaliações em larga escala contra alvos ocidentais.

Situação em Teerã

Relatos de agências internacionais indicam que a área do ataque, no norte de Teerã, foi completamente isolada por unidades de elite da IRGC. Houve registros de colapsos de solo e danos em infraestruturas civis adjacentes devido à magnitude das ondas de choque subterrâneas. Israel afirma que o bunker foi "riscado do mapa" e que qualquer pessoa no interior do complexo no momento do impacto dificilmente teria sobrevivido.

A liderança iraniana, agora sob o comando interino de Alireza Arafi, ainda não emitiu um balanço oficial de vítimas, mas classificou a ação como um "crime de guerra contra a soberania nacional" e prometeu que a infraestrutura de defesa do país é descentralizada o suficiente para manter a resistência.