Pedro Taques lidera rejeição para o Senado em Mato Grosso, aponta Paraná Pesquisas

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Pedro Taques lidera rejeição para o Senado em Mato Grosso, aponta Paraná Pesquisas

Um levantamento realizado pelo Instituto Paraná Pesquisas revelou que o ex-governador Pedro Taques (PSB) é o nome com maior índice de rejeição entre os possíveis candidatos ao Senado por Mato Grosso nas eleições de 2026. De acordo com o estudo, 17,6% dos eleitores afirmaram que não votariam em Taques de jeito nenhum, percentual mais elevado entre os nomes testados.

Na sequência aparecem o senador Jayme Campos (União Brasil), com 13,8% de rejeição, seguido pelo ministro da Agricultura Carlos Fávaro (PSD), citado por 13,2% dos entrevistados. A deputada estadual Janaina Riva (MDB) figura logo depois, com 12,5%.

O levantamento também incluiu nomes como o vereador Rafael Ranalli (PL), rejeitado por 8,3%, o governador Mauro Mendes (União Brasil), com 7,5%, e o deputado federal José Medeiros (PL), mencionado por 6,9%. O menor índice negativo foi registrado por Antônio Galvan (Democracia Cristã), que aparece com 4,8%, indicando maior potencial de aceitação entre os avaliados.

Além de medir a rejeição, o estudo evidenciou um cenário de indefinição expressiva no eleitorado mato-grossense. Cerca de 23,1% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não opinar, enquanto 15,8% afirmaram que poderiam votar em todos os candidatos apresentados. Esses números revelam um espaço considerável para mudanças no quadro político à medida que a campanha de 2026 se aproxime.

Metodologia

A pesquisa foi conduzida entre os dias 12 e 16 de dezembro de 2025, por meio de entrevistas presenciais com 1.502 eleitores distribuídos em 61 municípios de Mato Grosso. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de aproximadamente 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.

Com o avanço do calendário eleitoral, analistas avaliam que o cenário ainda pode sofrer alterações significativas, especialmente diante da volatilidade do eleitorado e do impacto das alianças partidárias que deverão ser definidas ao longo de 2026. Ainda assim, o índice de rejeição se mantém como um dos principais indicadores de resistência eleitoral e pode influenciar diretamente as estratégias das campanhas na disputa pelo Senado em Mato Grosso.