Vice-governador assume comando de Mato Grosso, durante recesso de fim de ano

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Vice-governador assume comando de Mato Grosso, durante recesso de fim de ano

O governador do Mato Grosso, Mauro Mendes (União Brasil), ficará temporariamente afastado das funções de chefe de Estado entre 22 de dezembro de 2025 e 4 de janeiro de 2026, período que coincide com o tradicional recesso de fim de ano no serviço público estadual. Durante esse intervalo, o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) assumirá o comando do Palácio Paiaguás, sede do governo mato-grossense, em caráter interino e para assegurar a continuidade administrativa da gestão estadual.

O afastamento de Mendes segue prática comum em governos estaduais brasileiros, quando chefes do Executivo aproveitam o recesso para descanso ou compromissos pessoais, deixando o comando do Estado ao vice. Essa é uma rotina de fim de ano prevista nos calendários institucionais e decorre de decretos que estabelecem o recesso entre 22 de dezembro e 4 de janeiro para a administração pública, o que inclui a suspensão de diversas atividades oficiais.

Embora ainda não tenham sido divulgados detalhes oficiais sobre os motivos específicos do afastamento de Mendes neste último período de 2025, a prática segue o padrão de anos anteriores, quando o governador também se licenciou temporariamente para férias, como ocorreu em agosto, quando Pivetta assumiu o governo por cerca de dez dias.

Pivetta, que já acumulou diversas interinidades desde o início do mandato de Mendes em 2019, terá assim a missão de garantir a administração estadual durante o recesso, período em que muitos serviços públicos ficam em regime reduzido e agendas políticas tendem a ser menos intensas. Ao longo dos anos, essa gestão interina também tem servido como oportunidade para que o vice-governador ganhe maior visibilidade política, sobretudo em um ano que antecede o ciclo eleitoral de 2026, quando nomes do Executivo estadual começam a se projetar para disputas futuras.

A transição temporária do comando não altera a estrutura de governo nem as políticas públicas em andamento, mas reforça a continuidade administrativa prevista na legislação estadual, que mantém o vice-governador como substituto natural do titular em períodos de licença, férias ou impedimento.

Durante o recesso, o Palácio Paiaguás permanecerá em operação para atender demandas essenciais, com Pivetta respondendo pelos principais atos administrativos e comunicação oficial do Estado.